terça-feira, 21 de dezembro de 2010

A bela arte de erra

“O único homem que nunca comete erros é aquele que nunca faz coisa alguma.Não tenha medo de errar, pois você aprenderá a não cometer duas vezes o mesmo erro.” (Roosevelt)

Acontece a todos nós. Professores e alunos. Chefes e secretárias. Pais e filhos. Os diligentes e os preguiçosos. Nem mesmo os presidentes estão imunes.

O quê? Errar? Sim, fazer coisas erradas, geralmente com a melhor das intenções. E isso acontece com notável regularidade.

Sejamos objetivos: o sucesso é superestimado. E todos nós o desejamos a despeito da prova diária de que o pendor real do homem reside em direção bem oposta. Realmente, somos profissionais da incompetência. O que me leva a uma pergunta fundamental que tem estado ardendo dentro em mim por meses. Por que nos surpreendemos quando vemos a incompetência em outros e nos devastamos quando ela ocorre em nos mesmos?

Mostre-me quem inventou o perfeccionismo e garanto que ele é um roedor de unhas com um rosto cheio de tiques... cuja esposa tem horror quando o vê entrar em casa. Além do mais, ele perde o direito de ser respeitado porque é culpado de não admitir que errou.

Pode acontecer com você. Pare e pense nos meios como certas pessoas conseguem evitar confessar suas falhas. Os médicos podem sepultar seus erros. Os erros dos advogados calam-se na prisão - literalmente. Os erros dos dentistas são extraídos. Os carpinteiros transformam os seus em serragem. Gosto do que li numa revista recentemente: “Caso você encontre quaisquer erros nesta revista, por favor, lembre-se que eles foram colocados ali de propósito. Tentamos oferecer algo para todos. Algumas pessoas estão sempre procurando erros e não desejamos desapontá-las”.

Também tem alguns conhecidos fracassos que muitas pessoas realizadoras amargaram antes de alcançar o sucesso. Eis alguns exemplos que servem para nos lembrar que somos seres falíveis e ainda imperfeitos, graças a Deus! Thomas Alva Edison detém um recorde de quase dez mil “fracassos” antes de chegar à lâmpada elétrica; Albert Einsten era um estudante medíocre antes de sua “Teoria da Relatividade”; Clarence Darrow tornou-se uma lenda nos tribunais americanos, perdendo uma causa após outra, mas forçou com isso uma reavaliação das concepções jurídicas sobre religião, relações trabalhistas e conflitos raciais; Leonardo da Vinci, o maior inventor de todos os tempos, teve projetos que nunca foram realizados e nem mesmo funcionariam, mas apontaram soluções e possibilidades em campos nos quais nenhum homem sequer sabia que havia problemas.

Todos nós já tivemos oportunidades de presenciar fracassos que resultaram grandes sucessos.

O fato é que as pessoas neles envolvidos compreenderam, toleraram e até mesmo cultivaram o insucesso. Conforme o momento, sentiam-se satisfeitas, confiantes e apavoradas, mas não se permitiram assimilar o fracasso com um estigma. Aliás, a maioria delas nem tinha a palavra FRACASSO em seu vocabulário. Usavam sinônimos atenuantes ou ressignificações inteligentes para essas situações; por exemplo, Thomas Edison sempre respondia aos seus críticos, “não foi mais um fracasso; na verdade descobri mais uma maneira de não inventar a lâmpada elétrica”.

Tomas Watson, o fundador da IBM, reagiu assim diante de um jovem, dinâmico e assustado diretor que acabara de dar um prejuízo de quase dez milhões de dólares num projeto de risco: “O quê? Despedi-lo? Agora que acabei de investir dez milhões de dólares no seu treinamento?”.

Todas essas pessoas com certeza se manifestavam assim: “Certo, aquilo não funcionou, mas... olhe só para isto!”.

Eles encaravam o insucesso não como sinal de derrota, mas como prelúdio para o sucesso, um estágio ou um degrau a ser compreendido e depois usado de forma melhor.

Assim, quando um de nós errar e não ocultando, que tal um pouco de apoio por parte daqueles que ainda não foram apanhados?

Opa, correção. Que tal bastante apoio?


“Deixar de cometer erros está fora do alcance do homem. Entretanto, de seus erros e enganos, o sábio e o homem racional adquirem experiência para o futuro.” (Plutarco)

O povo da Caverna - Você vai compartilhar a luz ?

“A maior de todas as ignorâncias é rejeitar
uma coisa sobre a qual você nada sabe.” (H. Jackson Brown)


Havia uma caverna subterrânea com uma única abertura para o mundo exterior. Dentro dela, seres humanos acorrentados pelas pernas e pescoços vivendo na semi-escuridão desde a infância, presos de tal modo que não se podiam mover. Tais homens, verdadeiros prisioneiros, ficavam de costas para a abertura da caverna e só podiam olhar para a frente onde havia uma parede, pois eram impedidos de virar a cabeça por causa das correntes.
A única luz que viam era proveniente de uma fogueira que ardia do lado de fora da caverna, e que projetava, para seu interior, sombras de pessoas e objetos que passassem entre a fogueira e a entrada da caverna.

Assim, os prisioneiros acreditavam que as sombras que viam eram a única verdade, a realidade do seu mundo.
Em certo momento, um dos prisioneiros foi libertado das correntes e trazido para fora da caverna. No seu processo de adaptação à nova realidade, precisou acostumar-se com a claridade do fogo e a visão de um novo mundo. Viu primeiro as sombras no chão, depois os reflexos de homens e objetos na água, então, fitou-os diretamente. Depois, vendo o céu, o sol, pôde raciocinar sobre eles. Tocou em objetos, pisou o solo e olhou para todos os lados. Descobriu fatos e coisas nunca antes imaginados, uma nova realidade.

Passando algum tempo, maravilhado com o grande processo de mudança que tinha vivido, lembrou-se dos companheiros e retornou à caverna. Era importante dar aos demais prisioneiros a oportunidade de descobrir outra realidade. Mas sua missão não foi fácil. Por sua dificuldade em acostumar-se novamente à semi-escuridão e em interpretar as sombras com a mesma habilidade passou a princípio, a ser ridicularizado pelo grupo. Os prisioneiros da caverna ainda acreditavam na sua “realidade”, e concluíram que o prisioneiro libertado voltava enxergando menos que antes, contando estranhas histórias sobre uma “realidade impossível”. Julgavam ser melhor não sair da caverna, não rejeitar as sombras tão familiares em troca de um mundo “melhor”, porém desconhecido. Apesar das dificuldades, o “iluminado” enfrentou, com paciência e determinação, sua missão, compreendendo as resistências impostas por seus companheiros e mantendo-se firme na busca pela evolução e pelo descobrimento de coisas novas para ele e seus semelhantes.

Considerando um dos homens mais sábios da Grécia antiga, Sócrates (cujo nome significa “mestre da vida”) acreditava que o reconhecimento da ignorância é justamente o começo da sabedoria. Numa de suas frases mais conhecidas, percebemos o paradoxo contido neste pensamento: “SEI QUE NADA SEI”.

Platão, em uma de suas obras clássicas, A República, desenvolve muitas idéias do seu mundo Sócrates. No livro 8, que contém a parábola da caverna, somos levados a refletir sobre a missão de todos aqueles que estão em constante desenvolvimento e se propõem a superar as barreiras existentes nos processos de mudança.

Escrita há cerca de dois mil e quinhentos anos, a parábola da caverna constitui um ótimo modelo de perseverança e vontade de melhorar. Modernamente, quando saímos de nossas “cavernas” para o mundo exterior, buscando qualidade de vida, estamos percorrendo o mesmo caminho do prisioneiro libertado. Da mesma forma, quando retornamos à caverna, para motivar nossos colegas, devemos estar preparados para enfrentar as barreiras, às mudanças e os comportamentos conservadores que preferem às sombras conhecidas a nova realidade fora da caverna.

“É o momento de refletirmos sobre nossos progressos e nossa missão como agentes de mudanças e de encorajar pessoas. Devemos reconhecer o quanto já percorremos até aqui. Apesar disso, a lição do “Mestre da vida” deve servir como alerta para o nosso constante aperfeiçoamento. É preciso sempre querer saber mais e, sobretudo, partilhar.” (Sócrates)

O poder de uma semente

“...A tragédia ocorre quando uma árvore morre na semente.” (Myles Munroe)

Quer ver um milagre? Tente este. Tome uma semente menor do que um grão de arroz. Ponha a semente debaixo de alguns centímetros de terra. Dê-lhe água, luz e fertilizante, e prepare-se. Uma montanha será removida. Não importa se o chão é bilhões de vezes mais pesado do que a semente. A semente o romperá.
A cada primavera, sonhadores em todo o mundo plantam pequeninas esperanças em solo improdutivo. A cada primavera, suas esperanças surgem em condições desfavoráveis e brotam.
Não devemos subestimar o poder de uma semente.
Nunca subestime o poder de uma semente.

O que você me responderia se eu tivesse uma semente na minha mão e lhe perguntasse: “O que tenho aqui?” Talvez me respondesse, obviamente: “Tem uma semente”. Entretanto, se você entende a natureza de uma semente, a sua resposta seria um fato e não uma verdade.
A verdade é que tenho na minha mão uma floresta, por quê? Por que em cada semente há uma árvore, em cada árvore há frutos com sementes e nessas sementes também há árvores com frutos e, sementes que germinarão em outras árvores com frutos sementes etc. Em síntese, o que você vê não é tudo o que existe. Isto é potencial. Não se trata do que é, mas do que poderá vir a ser.

Deus criou tudo com potencial, inclusive você. Ele colocou uma semente dentro de cada coisa e plantou dentro de cada um que criou. Tudo na vida tem um potencial.
Não aceite o seu presente estado como definitivo porque ele é apenas isso, um estágio, uma fase de sua vida. Não se satisfaça com sua última realização, por que há muitas outras ainda.

Águia ou galinha ?

“Era uma vez um camponês que foi à floresta vizinha apanhar um pássaro para mantê-lo em sua casa." Conseguiu pegar um filhote de águia. Colocou-o no galinheiro junto com as galinhas. Comia milho e ração própria para galinhas. Embora a águia fosse o rei,rainha de todos os pássaros.
Depois de cinco anos, este homem recebeu a visita de um naturalista. Enquanto passeavam pelo jardim, disse o naturalista:
- Este pássaro aí não é uma galinha. É uma águia.
- De fato, - disse o camponês. É águia. Mas eu a criei como galinha. Ela não é mais uma águia. Transformou-se em galinha como as outras, apesar das asas de quase três metros de extensão.
- Não – retrucou o naturalista. Ela é e será sempre uma águia. Pois tem um coração de águia. Este coração a fará um dia voar às alturas.
- Não, não – insistiu o camponês. Ela virou galinha e jamais voará como águia.
Então decidiram fazer uma prova. O naturalista tomou a águia, ergueu-a bem alto e desafiando-a disse:
- Já que de fato você é uma águia, já que você pertence ao céu e não à terra, então abra suas asas e voe!

A águia pousou sobre o braço estendido do naturalista. Olhava distraidamente ao redor. Viu as galinhas lá embaixo, ciscando grãos. E pulou para junto delas.
O camponês comentou:
- Eu lhe disse, ela virou uma simples galinha!
- Não – tornou a insistir o naturalista. Ela é uma águia. E uma águia será sempre uma águia. Vamos experimentar novamente amanhã.
No dia seguinte, o naturalista subiu com a águia no telhado da casa. Sussurrou-lhe:
- Águia, já que você é uma águia, abra suas asas e voe!
Mas quando a águia viu lá embaixo as galinhas, ciscando o chão, pulou e foi para junto delas.
O camponês sorriu e voltou à carga:
- Eu lhe havia dito, ela virou galinha!
- Não – respondeu firmemente o naturalista. Ela é águia, possuirá sempre um coração de águia. Vamos experimentar ainda uma última vez. Amanhã a farei voar.
No dia seguinte, o naturalista e o camponês levantaram bem cedo. Pegaram a águia, levaram-na para fora da cidade, longe das casas dos homens, no alto de uma montanha. O sol nascente dourava os picos das montanhas.

O naturalista ergueu a águia para o alto e ordenou-lhe:
- Águia, já que você é uma águia, já que você pertence ao céu e não à terra, abra as suas asas e voe!
A águia olhou ao redor. Tremia como se experimentasse nova vida. Mas não voou. Então o naturalista segurou-a firmemente, bem na direção do sol, para que seus olhos pudessem encher-se da claridade solar e da vastidão do horizonte.
Nesse momento, ela abriu suas potentes asas, grasnou com o típico kau-kau das águias e ergueu-se soberana, sobre si mesma. E começou a voar, a voar para o alto, a voar cada vez para mais alto. Voou... voou... até confundir-se com o azul do firmamento...”

A parábola de James Aggrey é realmente esplêndida. Evoca dimensões profundas do espírito, indispensáveis para o processo de realização humana: o sentimento de auto-estima, a capacidade de dar a volta por cima das dificuldades quase insuperáveis.
Cada pessoa tem dentro de si uma águia. Ela quer nascer. Sente o chamado das alturas. Busca o sol. Por isso somos constantemente desafiados a libertar a águia que nos habita.
Uma águia tem dentro de si o chamado do infinito. Seu coração sente os picos mais altos das montanhas. Por mais que seja submetida a condições de escravidão, ela nunca deixará de ouvir sua própria natureza de águia que a convoca para as alturas sublimes.

As pessoas que alçam vôo sublime são as que se recusam a deitar-se, a suspirar e desejar que as coisas mudem! Tais pessoas não reclamam sua sorte e tampouco sonham, passivamente, com algum navio longínquo que vai chegando. Em vez disso, visualizam em suas mentes que não são desistentes; não permitirão que as circunstâncias da vida as empurrem lá para baixo, e as mantenham subjugadas como galinhas.
Vamos, voe... Voe e vença, ocupe o lugar a que é seu no alto do penhasco.

Excelência, o vôo sublime

“... é gosto pervertido satisfazer-se com a mediocridade quando o ótimo está ao nosso alcance.” (Isaac D’Israeli, 1834)

A águia empurra gentilmente seus filhotes para a beirada do ninho. Seu coração maternal se acelera com as emoções conflitantes, ao mesmo tempo em que ela sente a resistência dos filhotes aos seus persistentes cutucões: “Por que a emoção de voar tem que começar com o medo de cair?”, ela pensou. Esta questão secular ainda não estava respondida para ela...
Como manda a tradição da espécie, o ninho estava localizado bem no alto de um pico rochoso, nas fendas protetoras de um dos lados dessa rocha. Abaixo dele, somente o abismo e o ar para sustentar as asas dos filhotes. “E se justamente agora isso não funcionar?”, ela pensou.

Apesar do medo, a águia sabia que aquele era o momento. Sua missão maternal estava prestes a se completar. Restava ainda uma tarefa final... o empurrão.
A águia tomou-se da coragem que vinha de sua sabedoria interior. Enquanto os filhotes não descobrirem suas asas, não haverá propósito para sua vida. Enquanto eles não aprenderem a voar, não compreenderão o privilégio que é nascer uma águia. O empurrão era o maior presente que ela podia oferecer-lhes. Era seu supremo ato de amor. E então, um a um, ela os precipitou para o abismo... e eles voaram!
Voar em alturas sublimes, nada de escavar à procura de vermes, nem de esgaravatar em busca de insetos, como galinhas num galinheiro, mas voar bem alto como uma águia poderosa... vivendo acima da mediocridade, recusando-se a permitir que a maioria estabeleça seus padrões. Ser diferente de propósito. Mirar alto. Voar em alturas sublimes não é coisa que advém naturalmente – você o sabe – tampouco é fácil. Contudo pode acontecer, creia-me.
Já faz muito tempo que a mediocridade tenta fazer-nos obedecer-lha! Já faz muito tempo que damos atenção aos que nos perguntam: “Por que ser diferente?”, ou que racionalizam: “Vamos fazer apenas o mínimo exigido”.

Já faz muito tempo que concordamos em dar menos do que o melhor de nós, e ficamos convencidos de que a qualidade, a integridade e a autenticidade são virtudes negociáveis.
Você pode chamar-me de sonhador, se quiser, mas estou convencido de que a realização de nosso potencial integral ainda é um objetivo que vale a pena exigir o ótimo, ainda que a maioria boceje e alguns zombem de nós. Afirmo tudo isto, ainda que, de vez em quando, eu não alcance meus objetivos. Lembre-se de que o erro não está no insucesso.
De certo modo, penso que não estou a sós. Embora possa não existir milhões de pessoas que não pensem assim, é certo que existem algumas. E é provável que você esteja entre estas, porque de outra forma você não estaria lendo este “artigo”.

Assim, cara águia companheira levantemos vôo! Quando houvermos terminado este vôo, teremos firmado um compromisso inédito com uma vida de excelência em tudo. Estaremos tão encorajados que duvido que possamos sentir-nos satisfeitos em viver nas adjacências da mediocridade outra vez. E por que deveríamos satisfazer-nos lá embaixo? É lá que a vida fica insossa, maçante, previsível e cansativa. Talvez a palavra que a descreva melhor seja entediante, o resultado direto da mira baixa. Ergamos nossos olhos e miremos tão alto que possamos começar a fazer aquilo para que Deus nos criou: um vôo sublime.
Há milênios a águia tem sido respeitada pela sua grandeza. Existe algo inspirador na graça impressionante de seu vôo, em sua magnífica envergadura, em suas garras poderosas. Ela plaina sem qualquer esforço em altitudes, insensíveis aos ventos turbulentos que sopram como chicotadas por entre as fendas das montanhas. As águias não voam em bandos e tampouco se conduzem irresponsavelmente. Por serem fortes de coração e solitárias, representam qualidades que admiramos.

Certamente você está ciente do fato de que o estilo de vida semelhante ao da águia não ser barato. Custa caro ser diferente, especialmente quando a maioria está satisfeita em misturar-se e permanecer como maioria. Não há ímãs na terra mais poderosos, do que a pressão exercida pelos medíocres. Embora todos nós tenhamos apenas uns poucos anos para viver neste pequeno planeta, são raras as pessoas que tomam a decisão de desprezar à “média” e lutar contra a atração forte dos ímãs medíocres. Enfrente o fato – a tarefa é dura! É como diz o velho provérbio “É duro alçar vôo altaneiro, sublime, quando estamos rodeados de tantas galinhas!”.
Pense nisso!

“Já vi cavaleiros de armadura entrar em pânico à primeira vista da batalha. Vi um humilde escudeiro desarmado arrancar uma lança de seu próprio corpo para defender um cavalo agonizante. A nobreza não é um direito inato; ela é definida pelos atos da pessoa.” (Kevin Costner como Robin Hood, em Robin Hood, o príncipe dos ladrões)

O Fracasso pode ser, e deve ser, um motivador

“Fracasso não será fracasso, se dele tirarmos uma lição.” (Dr. Ronald Niednagel)



Para ter êxito em se tornar a pessoa que deseja ser, elimine de uma vez por todas o problema persistente chamado MEDO DO FRACASSO.

Todos, em uma ou outra ocasião, se sentiram um completo fracasso. Muitos deixaram que esse medo os destruísse.
Na verdade, o medo é muito mais destrutivo do que o fracasso, e em todas as áreas da vida, esse medo pode derrotá-lo antes que você comece.

Você pode imaginar soluções, pode ter idéias criativas, mas até que elimine o temor do fracasso, seu projeto jamais entrará no campo das realizações. Suas metas transformar-se-ão em pântanos, onde suas melhores idéias se afundarão. Ao invés de o animar, sufocá-lo-ão.

O que é que nos faz ter medo do fracasso? É a preocupação com o que os outros possam pensar. “O que é que eles vão dizer?”, pensamos, como se fracassar fosse o maior dos escândalos. Supomos que, por que cometemos um ou vários erros, somos uns fracassados e, portanto, estamos condenados para todo o sempre. Que suposição mais ridícula! Quantas pessoas vencem em todos os aspectos da vida? Nenhuma. As pessoas mais bem-sucedidas são as que aprendem com seus erros e transformam os fracassos em oportunidades. Todas as descobertas científicas, todas as iniciativas nos negócios e todos os casamentos felizes resultaram de uma série de fracassos. Ninguém tem sucesso sem eles.

O fracasso significa que você fez um esforço. Isso é bom. O fracasso lhe dá a oportunidade de aprender uma maneira melhor de agir na ocasião seguinte. Isso é positivo. O fracasso lhe ensina alguma coisa e lhe aumenta a experiência. Isso é muito útil. O fracasso é um fato, nunca uma pessoa; uma atitude, não um resultado; uma inconveniência temporária; um meio para se alcançar alguma coisa. Nossa reação determina até que ponto ele pode ser útil. Podemos eliminar o fracasso da nossa vida, dando outra definição ao seu significado.

Fracasso não significa que você é um fracassado… Significa que você ainda não teve êxito.

Fracasso não significa que você tem sido tolo… Significa que você teve muito otimismo.

Fracasso não significa que você foi desacreditado… Significa que estava disposto a tentar.

Fracasso não significa que você tem falta de capacidade… Significa que você deve fazer algo de modo diferente.

Fracasso não significa que você é inferior… Significa que você não é perfeito.

Fracasso não significa que você desperdiçou sua vida… Significa que você tem motivos para começar de novo.

Fracasso não significa que você deve desistir… Significa que deve lutar com maior afinco.

Fracasso não significa que você jamais alcançará sua meta… Significa que vai levar um pouco mais de tempo.

Fracasso não significa que Deus o abandonou… Significa que Deus tem uma idéia melhor!

Anule o medo do fracasso e prossiga!



“Sucesso é uma questão de não desistir, e fracasso é uma questão de desistir cedo demais.” (Walter Burke)O Fracasso pode ser, e deve ser, um motivador